terça-feira, 15 de março de 2011

A Cultura do Slow Down

Olá!

Nestes tempos de globalização, de quanto mais dinheiro melhor, de doentes workholics, como teremos tempo para a saúde física e mental? Ah! já sei o que vai dizer: faço academia três (quatro ou cinco) vezes por semana, malhar alivia a tensão. Mas ao sair da "relaxante malhação" o que você faz? Acelera tudo de novo "the money way of life"! E se você diminuir a velocidade, diminuir a ganância, a fome de ganhar grana? O que acontecerá? Se você nunca pensou sobre o assunto fatalmente não conhece o "Movimento Slow Down". Há muitos adeptos desta filosofia,  até empresas como a Volvo e a Nokia. Se não conhece aqui vai uma livre tradução que fiz do manifesto Slow Down.

"Não vamos  falhar. Vamos abrandar no escritório, e nas estradas. Vamos devagar com a crescente confiança quando todos aqueles que nos rodeiam estão em um estado agudo de hiperatividade (nada significante). Vamos defender o nosso estado de calma, seja qual for o custo pode ser. Vamos devagar nos campos e nas ruas, vamos devagar nas montanhas, nunca devemos nos render!

Se você pode diminuir quando todos à sua volta estão acelerando, então você é um de nós. Tenha orgulho de que você é um de nós e não deles. Pois eles são rápidos, e somos lentos. Se há algo que vale a pena fazer, vale a pena fazer lentamente. Alguns nascem com lentidão, outros tê-lo empurrado em cima deles. E outros ainda sei que deitado na cama com uma xícara de chá de manhã é o estado supremo para a humanidade."


Gostou? Em caso afirmativo visite o site http://slowdownnow.org/
Eu já fiz o meu cadastro. leeentammeeennnte!
Um lento e forte abraço e até!

sexta-feira, 4 de março de 2011

Olá!

Todo carnaval é a mesma ladainha. Putaria geral pela cidade, drogas mais do que o normal do dia-a-dia. Não sou puritano, nem gay, mas é muita mulher, quase pelada, mais do que o normal em todo verão carioca. Tudo é normal, normal?!?! É por esses momentos e outros, das mulheres que gringo chega em nosso território e acredita que toda mulher é fácil (all women are horn). em homenagem a essa normalidade posto aqui o Soneto Anal, de Bocage e Mimosa Boca Errante, de Carlos Drumond de Andrade.


Soneto Anal




“Ora deixe-me, então… faz-se criança?
Olhe que eu grito, pela mãe chamando!”
Pois grite (então lhe digo, amarrotando
Saiote, que em baixá-lo irada cansa):



Na quente luta lhe desgrenho a trança
A anágua lhe levanto, e fumegando,
As estreitadas bimbas separando
Lhe arrimo o caralhão, que não se amansa:
Tanto a ser gíria, não gritava a bela:


Que a cada grito se escorvava a porra,
Fazendo-lhe do cu saltante pela!



— Há de pagar-me as mangações de borra,
Basta de cono, ponha o sesso à vela,
Que nele ir quero visitar Gomorra.



Mimosa Boca Errante





Mimosa Boca errante
à superfície até achar o ponto
em que apraz colher o fruto em fogo
que não será comido mas fruído


até se lhe esgotar o sumo cálido
e ele deixar-te, ou o deixares, flácido,
mas rorejando a baba de delícias
que o fruto a boca se premitem, dádiva.


Boca mimosa e sábia,
impaciente de sugar e clausurar
inteiro, em ti, o talo rígido
mas varado de gozo ao confinar-se


no limitado espaço que ofereces
a seu volume e jato apaixonados,
como podes tornar-te, assim aberta,
recurvo céu infindo e sepultura?


Mimosa boca santa,
que devagar vais desfolhando a líquida
espuma do prazer em rito mudo,
lenta-lembente-lambilusamente


ligada à forma ereta qual se fossem
a boca o próprio fruto, e o fruto a boca,
oh chega, chega a beber-me,
de matar-te, e, na morte, de viver-me.
Já sei a eternidade: é puro orgasmo.


Um abraço e até depois do carnaval!

terça-feira, 1 de março de 2011

Por que o Ocidente não ajuda o Paquistão?

Olá!


Recebo o Boletim do diplomatique/outras palavras no meu e-mail, de vez enquando uma notícia me salta aos olhos e me faz raciocinar sobre a maneira de como estamos sendo manipulados pela mídia. temos a visão desviada o tempo todo para não vermos certa situação. Esta do paquistão me chamou a atenção. A matéria de Tariq Ali, com tradução de caia Fittipaldi e Vila Vudu. Segue o texto.
foto: agência Reuters


Um desastre de proporções bíblicas: as enchentes provocadas por pesadas chuvas de monções durante o mês passado, já afetaram mais de 17,2 milhões de pessoas e mataram mais de 1.500, segundo os órgãos paquistaneses que trabalham no que deveria ser o atendimento aos flagelados. Esse ano, as chuvas não pararam, razão pela qual as enchentes alcançaram as proporções que se veem. Quase 2 mil mortos e mais de 20 milhões de desabrigados. Os desastres provocados pelo homem – a guerra no Afeganistão, que respinga também no Paquistão – não bastaram. Agora, o país enfrenta também tragédias naturais. Seria difícil para praticamente qualquer governo, mas, no Paquistão, o governo está virtualmente paralisado.
Ao longo dos últimos 60 anos, a elite paquistanesa jamais conseguiu construir qualquer infraestrutura social para os paquistaneses. É defeito estrutural profundo que afeta duramente a maioria da população. Hoje, os líderes paquistaneses seguem cegamente os ditames neoliberais do FMI, como único meio de manter o fluxo de empréstimos para o país. Se para pouco servem nos bons tempos, esses empréstimos são absolutamente inúteis quando o país enfrenta a mais terrível crise humanitária das últimas décadas.
A resposta do Ocidente foi contida. Nem se pode dizer que tenha sido generosa, o que provocou pânico em Islamabad e levou jornalistas pró-EUA no país a dizer que, se não chegasse ajuda imediata, os terroristas tomariam conta do país. É completo nonsense. O Exército Paquistanês controla tudo. Grupos religiosos e outros reúnem doações em dinheiro e ajudam alguns desabrigados. Tudo normal.
Desde o 11 de Setembro, uma onda sinistra de islamofobia cresce na Europa e em partes dos EUA. Recente pesquisa de opinião na Grã-Bretanha “multicultural” revelou que, perguntados sobre o primeiro pensamento que lhes ocorria ao ouvir a palavra “Islã”, mais de 50% dos entrevistados responderam “terrorista”. E não é diferente na França, Alemanha, Holanda e Dinamarca.
Esse modo de tratar o Islã como o “outro” eterno tem a ver com as guerras no Iraque e no Afeganistão, mas é atitude tão errada quanto o antissemitismo que desencadeou preconceitos e genocídio na primeira metade do século 20. Um milhão de iraquianos morreram desde que o Iraque foi ocupado: quem liga? Civis afegãos morrem todos os dias: a culpa é deles. Paquistaneses afogam-se nas enchentes. Indiferença.  Por isso, com certeza, a resposta de solidariedade ao Paquistão foi tão limitada.

Zardari junta-se ao Clube dos Sapatados, aberto por Bush

Outra das razões é doméstica. Muitos cidadãos de origem paquistanesa com os quais falei nas últimas semanas relutam em mandar dinheiro, porque temem que tudo acabe nos grandes bolsos dos corruptos que governam o Paquistão. Logo que as enchentes começaram, o presidente partiu para a Europa. Tinha de vistoriar propriedades; seu filho tinha de ser coroado futuro líder do Paquistão em Birmingham, Inglaterra.
A televisão europeia mostrava imagens de um país que se afogava, e o presidente estava a caminho, para férias em seu castelo do século 16, no interior da França. A coroação em Birmingham foi adiada. Foi demais, até para os legalistas. Zardari pronunciou um discurso impressionante, e um ancião da Caxemira, enfurecido pela quantidade de palavras sem qualquer conexão com a realidade, levantou-se e jogou um de seus sapatos contra o presidente-empresário, chamando-o de “corrupto e ladrão”. Zardari abandonou o recinto, furioso. O maior jornal do Paquistão escreveu em manchete: “Zardari junta-se ao Clube dos Sapatados, com Bush”.
Alguns manifestantes ergueram sapatos contra imagens de Zardari, outros levavam cartazes em que se lia “Milhares de mortos. O presidente tira férias” e “Os Zardaris passeiam pela Inglaterra, enquanto o Paquistão morre afogado?” Nada disso ajuda a recolher dinheiro para ajudar os flagelados.
A televisão europeia mostrava imagens de um Paquistão que tentava sobreviver à crise dos seus mais pobres, enquanto um helicóptero da Força Aérea francesa transportava o homem mais rico do Paquistão para sua mais extravagante propriedade, um castelo francês do século 16, Manoir de la Reine Blanche, com seus dois hectares de parques, lagos e florestas. Construído originalmente para a viúva do rei Philippe VI, é hoje propriedade do ‘herdeiro’ de milhares de paquistaneses mortos. Como é possível que tenha comprado um castelo na França? No Paquistão, todos sabem: com o suborno que lhe pagam empresas que investem no Paquistão.
No Paquistão, o grupo Jang, maior império de mídia do país, foi instruído pelo governo a não divulgar, pela rede GeoTV, imagens do incidente da sapatada. O grupo ignorou as instruções e, além das imagens, entrevistou o homem que atirara o sapato.
Não conseguiram dominar o YouTube. Mas os homens de Zardari tiraram do ar a rede GeoTV e outra rede, ARY, na região de Karachi e em partes de Sind. E centenas de jiyalas de Zardari – do partido de Zardari – reuniram-se à frente da sucursal da rede em Karachi, jogando pedras e sapatos. Reagiam contra a decisão do canal Geo de noticiar o incidente da sapatada.
Jornais do grupo Jang ardem, em chamas, por toda a cidade de Karachi. Não se vê nem sinal da polícia. Reação do grupo: os canais de televisão passaram a exibir clips de discursos de Benazir Bhutto defendendo a liberdade de expressão. As enchentes continuam…


Sem mais comentários... Então...
Um abraço e até!

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Oscar 2011

Olá!


A "Festa do Cinema", para mim é sempre chata, piadas que não é para Brasileiro ver. Claro é uma "festa" eminentemente americana (Blah!). Como não durmo cedo, fico vendo e  me rasgando por dentro, não pelos vestidos "maravilhosos", ou por que esta ou aquela atriz apareceu, ou ator, diretor, etc. Se metade do dinheiro gasto nas roupas e na "festa" fossem doados para as milhões de crianças com fome no mundo seria melhor utilizado.
Um filme que fale sobre os problemas dos estadudinense ganhar um prêmio não é inesperado - é patriotada. É uma maneira de dizer que a arte é politicamente engajada. Como eu não tinha nenhum "favorito", quem ganhou, ganhou e pronto. O que me irrita são alguns comentários da transmissão brasileira. Claro que em especial  as críticas de Rubens Edwald Filho. O prêmio de melhor curta-metragem ao ser entregue Edwald Filho comenta jocosamente sobre o diretor e o filme, "God of Love",  algo como se  fosse uma droga e o diretor um bobalhão e... compara-o a Wood Allen. Meu sangue subiu. Como ser comparado a Wood Allen pode ser algo ruim? "Seu Rubens" está de brincadeira comigo. Allen é um Gênio. Melhor o rapaz "imitá-lo" do que a alguns diretores abaixo da mediocridade - alguns inclusive ganharam estatuetas no passado.
Mas para minha maior irritação fui ao blogger do dito "Crítico de Cinema" e li o comentário deste sobre o documentário "Brasileiro": "Aliás, não vi muito ânimo em parte alguma, já estamos desacreditando que um dia podemos ganhar. Também o que esperam escolhendo Lula para nos representar. Digo o filme! Será que a Academia não vai acordar e parar de querer mudar e conquistar audiências que não existem mais?"Até concordo com ele que algumas decisões da "Academia" são excruxulas. Mas, espera um pouco, mensagem subliminar em crítica de cinema para mim é nova.  Não discuto se o "Seu Rubens" entende ou não de Cinema, deve, espero. Discuto sim o posicionamento, agora, político. Ele se esqueceu que o País (Brasil, claro!) teve uma melhora fantástica na sua economia desde a entrada do Ex-Presidente Luis Inácio LULA da Silva. Enquanto no mundo aconteceu uma tsumani econômica, no Brasil passamos por uma "marolinha", como declarou certa vez o Ex-Presidente. "Seu Rubens" contenha-se. Fique na área de cinema, não se meta em política que o senhor desconhece muito dela.
Quanto ao prêmio de melhor documentário, outra patriotada. Mas convenhamos, um filme que versa sobre o trabalho artístico realizado por Vik Muniz com os catadores de lixo do Aterro de Gramacho é outra brincadeira. Quem se importa com  o que acontece no Aterro de Gramacho? E com as pessoas que trabalham lá? Como dizem os Ecologistas; nós jogamos o lixo fora e não queremos saber o que é feito dele. Precisamos de uma política para melhorar ainda mais a condição das pessoas neste nosso Brasil.O nível de pobreza diminuiu muito mas é preciso continuar o trabalho. Fazendo um parêntesis no Oscar - Quem sobrevive com um salário de 545 Reais? Uma proposta: os candidatos a qualquer cargo político, seja executivo ou legislativo, deveria passar por um teste - sobreviver com um salário mínimo por seis meses, se conseguissem, se não ficassem endividados, ou morressem de fome estavam preparados para concorrer ao pleito. Fecha parêntesis.
Voltando ao Oscar, Por último Os chamados "prêmios técnicos" é o cacete. O que seria dos filmes do Spilberg ("Contatos Imediatos...", "ET", a saga "Guerra nas Estrelas"), do Pettersen ("Inimigo meu", "Avatar", Titanic") se não fossem os Técnicos de som, imagem, luz, montagem, mixagem, efeitos sonoros e visuais? Alguns da imprensa, notadamente a Globo - que citou os Prêmios da técnica exatamente assim no site  G1: "Os chamados Prêmios técnicos..." Um menosprezo lamentável, um erro absurdo da reportagem que é creditada "do G1, em São Paulo". Quem?!?!?!?!? A premiação foi justa. O som de "a Origem" é excelente, bem mixado, tudo justo, não há sobreposição de música ou efeito sobre as vozes dos atores e atrizes, sobe som sobe e desce na hora certa, não tem os exageros costumeiros da ficção científica. Parabéns aos TÉCNICOS  de "A Origem"

Um Abraço e até!

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Perguntas que não tem respostas

Olá!

Os acontecimentos no Oriente Médio me levam a raciocinar alguns detalhes da História Humana. Num mundo globalizado, em que os fatos ocorridos na Líbia chegam com velocidade luminar, como seriam lidos o bloqueio da França de Napoleão à Portugal, ou o ataque a Terra Santa pelos cruzados, ou o massacre aos Templários pelo rei Frances, Felipe, o belo – com a concordãncia do papa Clemente V – culminando com a Morte do Grão-mestre Jacques DeMolay. Quantos outros fatos históricos seriam alardeados pela mídia globalizada de hoje?!?!

A mídia , não somente a brasileira, como a mundial, são objetos interessantes de observação. Enquanto Muammar kaddafi servia aos interesses norte-americanos, ele não era "cachorro louco", ou então "ditador". Quando o governo estadudunense começou a abalar o oriente médio, vários líderes nacionais passaram a serem considerados inimigos. No Irã tentaram, mas não conseguiram nada, derrubaram o Sadan Hussein, pertubaram o Egito, invadiram o Iraque atrás de armas que nunca foram encantradas, nem o Bin ladem... se formos mais longe, no mapa e no tempo, faz alguns anos que tentaram também desestabilizar a Coréia do Norte. Não vou nem comentar sobre o ignomioso bloqueio a Cuba, que a atual administração americana prometeu acabar mas adiou. Os acontecimentos políticos são muito mais profundos do que dizer, ou republicar, matérias colocando líderes de nações como loucos ou ditadores.

A intolerancia e a ignorancia são fatores decisivos para uma luta armada. Pela intolerancia religiosa e política nós, sres “racionais”, cometemos as maiores atrocidades, quantos Judeus, ciganos, negros, indigenas morreram em nome de uma política nacionalista, ou por serem considerados infiéis (como eram chamados de parte a parte tanto Cristãos quanto muçulmanos à época das cruzadas). A intolerancia religiosa levou mulhers à morte por serem consideradas bruxas na inquisição. E Cristãos contra Cristãos, quantos morreram em nome de cristo por acreditarem que esta ou aquela maneira era a certa de se interpretar a bíblia?

A intolerancia política levou a chamada “Guerra fria”, ao Bloquei a Cuba, a Invasão do Iraque, do Kwaiti, à primeira e suganda Guerras mundiaia, à guerra Hispano-americana, a pouco comentado aqui, A tentativas em El salvador, guerra do Vietnan, Coréia e Iemem (alguém se lembra do Iemem?), à Guerra das Malvinas, a invasão Brasileira no Paraguay, a guerra Cisplatina etantos outros conflitos que, volto a dizer, seres racionais, tementes a Deus (seja ele qual, quem ou o que for) provocamos.

Está na hora de começarmos a agir efetivamente para um mundo melhor. O Planeta Terra, com tudo e todos que existimos, pede socorro. Precisamos de políticas sustentáveis, não somente do ponto de vista ecolócico, mas social. Não dá mais para termos três refeições diárias quando milhões de pessoas passam fome no mundo. Não dá mais para continuarmos com nossas vidas (trabalho, famílias, baladas, shows,...) qaundo pessoas do nosso lado não têem emprego, ou ganham o mínimo para a sobrevivência. Como está no “Pai dos Burros”, uma das explicações para sobrevivêwncia é resistir. Resistir a que? À pseudo-alimentação nossa de de nossos filhos e filhas, à exploração dos poderosos frente as lucros que devem ser cada vez mais exorbitantes resistir a humilhação de ser perdinte – perambulando pela rua. Onde está a dignidade?

Quantos presisarãom morrer para nações serem poderosas? Quantos precisarão morrer para que os banqueiros, que as grandes coorporações tenham lucros escorchantes? Quantos vão ainda morrer por não termos politicas públicas que evitem a violência, as catrastrofes, os massacres? Até quando, nós seres racionais olharemos para os nossos umbigos e não levanteremos a cabeça e olharemos de um lado para outro vendo (com os olhos de ver) que existe alguérm, do nosso lado, que precisa de ajuda? Quantas vezes farei perguntas aqui e não saberei a resposta para elas? Quem souber alguma resposta para as perguntas que aqui fiz me envie um e-mail.

Um abraço a até!

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Malcolm X é assassinado


 
Em Nova York, Malcolm X, um nacionalista Africano-americano e líder religioso, é assassinado pelo rival Black muçulmanos, enquanto se dirige a sua Organização de Unidade Afro-americana no Audubon Ballroom, em Washington Heights.

Malcolm Little nasceu em Omaha, Nebraska, em 1925, Malcolm era filho de James Earl Little, um pastor batista que defendia os ideais nacionalistas negros de Marcus Garvey. Ameaças da Ku Klux Klan forçaram a família a se mudar para Lansing, Michigan, onde seu pai continuou a pregar seus sermões controversos, apesar das ameaças continuarem. Em 1931, o pai de Malcolm foi brutalmente assassinado pela supremacia branca Legião Negra, e as autoridades de Michigan se recusaram a processar os responsáveis. Em 1937, Malcolm foi levado de sua família por assistentes sociais de bem-estar. Até o momento, ele atingiu a idade colegial, ele tinha abandonado a escola e se mudou para Boston, onde ele se tornou cada vez mais envolvidos em atividades criminosas.

Em 1946, na idade de 21 anos, Malcolm foi condenado à prisão por uma acusação de roubo. Foi lá que ele encontrou os ensinamentos de Elijah Muhammad, líder da Nação do Islã, cujos membros são conhecidos popularmente como Black muçulmanos. A Nação do Islã defendia o nacionalismo negro e do separatismo racial e condenou americanos descendentes de europeus como imorais "demônios". Os ensinamentos de Maomé tiveram um  forte efeito sobre Malcolm, que entrou em um intenso programa de auto-educação e tomou o último nome "X" para simbolizar sua identidade africana roubada.

Depois de seis anos, Malcolm foi libertado da prisão e se tornou um ministro leal e eficaz da Nação do Islã.

No início de 1960, ele começou a desenvolver uma filosofia mais franca do que o de Elijah Muhammad, e  apoiou o movimento dos direitos civis. No final de 1963, a sugestão de Malcolm que o assassinato do presidente John F. Kennedy foi uma questão de "galinhas voltando para casa para pernoitar". Com isso, Elijah Muhammad, acreditou que Malcolm se tornou muito poderoso, com uma oportunidade conveniente para suspendê-lo da Nação do Islã .

Poucos meses depois, Malcolm deixou formalmente a organização e fez uma peregrinação muçulmana a Meca, onde foi profundamente afetado pela falta de discórdia racial entre os muçulmanos ortodoxos. Ele voltou para a América como El-Hajj Malik El-Shabazz e em Junho de 1964, fundou a Organização de Unidade Afro-americana, que defendia a identidade negra e considerou que o racismo não, a raça branca, foi o maior inimigo dos Afro-americanos . O novo movimento de Malcolm  ganhava
constantemente seguidores, e sua filosofia mais moderada se tornou cada vez mais influente no movimento de direitos civis, especialmente entre os líderes da Não-Violenta Comitê Coordenador Estudantil.

Em 21 de fevereiro de 1965, uma semana depois de sua casa foi bombardeada, Malcolm X foi assassinado a tiros por membros da Nação do Islã ao falar em um comício de sua organização em Nova York. No Harlem, em Nova York. Em contraste com os líderes dos direitos civis como Martin Luther King, Malcolm X defendia a autodefesa e a liberação de Afro-americanos "por quaisquer meios necessários." Um orador ardente, Malcolm é admirado pela comunidade Africano-americanos em Nova York e em todo o país.

Olá! Segue o texto do History Chanel (history.com) sobre Malcom X. 


Um abraço e até!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Belicosidade Americana

Olá!

Todos conhecemos  a ganância exploratória dos Estados Unidos, guerras são criadas, com pretestos frágeis, como tal país acolhe terroristas, ou ainda tem armas nucleares, ou o próprio povo de tal ou qual país é considerado terrorista. Várias nacionalidades estão entre elas como a Arábica, Iraniana, Cubana, venezuelana, ou então o carater religioso como dos  Muçulmanos.
Especificamente Cuba, que tem um "ditador", que o povo sofre miséria econômica e política por lá. Mas qual é o interesse político e econômico estadudinense por Cuba? Um exemplo de desde quando há interesse americano pela Grande Ilha sempre me chamou a atenção. Mas o fato que vou relatar, ou melhor, cunhado no Discovery Chanel me chamou a atenção pela data. 15 de fevereiro de 1898. segue o relato.



Em 15 de fevereiro de 1898 ocorreu uma enorme explosão de origem desconhecida afunda o cruzador de batalha USS Maine no porto de Cuba, Havana, matando 260 dos 400 tripulantes americanos a bordo.
Um dos primeiros encouraçados norte-americano, o Maine pesava mais de 6.000 toneladas e foi construído ao custo de mais de US $ 2 milhões. Aparentemente em uma “visita amigável”, o Maine foi enviado a Cuba para proteger os interesses dos americanos lá, depois de uma rebelião Cubana contra o domínio espanhol começou em Havana em janeiro.

Um oficial dos Tribunal de inquérito Naval dos estados

Unidos determinou em março, daquele ano, que o navio foi destruído por uma mina, sem diretamente colocar a culpa na Espanha.
Grande parte do Congresso e da maioria do público americano duvidou que a

Carga da Cavalaria primeiro e décimo
2 ª Brigada, Divisão de Cavalaria em
Cuba, 1898
Tela de Howard Chandler Christy
Espanha fosse responsável, apelando a uma declaração de guerra. Após fracassos diplomáticos para resolver a questão Maine, Os Estados Unidos indignados também com a repressão brutal da rebelião cubana pelo governo Espanhol, que causou perdas dos investimentos norte-americano, levou à eclosão da Guerra Hispano-Americana, em abril de 1898.
Em três meses, os Estados Unidos haviam derrotado as forças espanholas na terra e no mar, e em agosto um armistício interrompeu a luta. Em 12 de dezembro de 1898, o Tratado de Paris foi assinado entre os Estados Unidos e Espanha, terminando oficialmente a Guerra
Soldados americanos hasteia Bandeira do EUA em Guantanamo 1898
Hispano-Americana com a conquista dos Estados Unidos do seu primeiro império ultramarino com a cedência de antigas possessões espanholas tais como Porto Rico, Filipinas e Guantanamo.
 



Em 1976, uma equipe de pesquisadores americanos da Marinha concluiu que a explosão do Maine foi provavelmente causado por um fogo que acendeu o local onde guardava-se as munições, não por uma mina espanhola ou ato de sabotagem. 



Depois deste relato, cada um tire suas conclusões.

Um abraço a até!