domingo, 1 de dezembro de 2024

Fogão cozinhou o Galo: uma crônica esportiva

O locutor abre a jornada do futebol animado. Chamas os repórteres que falam sobre os times da final da libertadores.


Os reporteres voltam a palavra para o locutor que chama repórteres no Rio de Janeiro em Belo Horizonte e até em Nova York.  A torcidas estão animadas.


Começa o jogo. Gregore do Botafogo é expulso de campo por causa de uma entrada mais forte no jogador do Galo. 


O Atlético tenta, tenta, mas mesmo com um jogador a mais, na opinião deste torcedor tricolor, que sofre com o time das laranjeiras, vê o Botafogo melhor em campo - mesmo com um a menos.


O Botafogo aperta a marcação e assim consegue marcar o primeiro gol do jogo com Luiz Henrique. 


Uma ironia, Luiz Henrique é cria de Xerém. O Botafogo aumenta para dois na marcação de pênalti a em cima do Luiz Henrique. Gol de Alex Teles.


Começa o segundo tempo, mudanças no Galo, que melhora e aperta o Glorioso. Deyverson quase marca.


Como no primeiro tempo o Galo tem mais posse de bola, mas agora é diferente. O Botafogo parece menos compactado e dá brechas para o adversário. 


Vargas diminui para o Galo. Agora 2 à 1 para o Botafogo. E segue o jogo.


Mudanças no Glorioso, mudanças no Galo, pressão e o Botafogo resiste bravamente. Continua 2 para o Botafogo e 1 para o Atlético Mineiro. 


Gritos e choro de ambas as torcidas que lotaram as arquibancadas na Argentina e no Brasil. Passe magistral de Mariano e Vargas quase faz o primeiro do time mineiro. 


Os zagueiros do Botafogo estão em uma partida majestosa, quase a beira da perfeição. 


Hulk em partida memorável, assim como o ala Vitinho do time adversário do Galo. Sete minutos de acréscimo no segundo tempo. No primeiro foram seis minutos.


É certo que o Galo bicou o tempo todo, mas esbarrou na gloriosa muralha. Já nos acréscimos Junior Santos faz o terceiro do Botafogo , que já artilheiro da Libertadores com nove gols, faz o seu décimo gol.


Fim de jogo. O que fica na minha mente é um trocadilho. Se me perguntarem qual time seria logicamente o campeão eu diria que é o Botafogo. Logicamente onde se frita o Galo é no fogão. 


Botafogo, o glorioso conquista a América. 




quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

 Olá!

Além deste Blogger eu tenho outras mídias que você pode me encontrar. 

 Blah! Arg! Blarg! é o meu canal de podcast no Spotify,  tem canal no Youtube, mais podcast no Deezer, postagens no Instagram e mais vídeos no Kwai. Neles você encontra Poesias, temas diversos sobre cultura, música, poesia, literatura, sociedade e até política. assista, ouça e leia  pelos links abaixo.

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 Eu te vejo e você me vê pelas redes... 
 Um abraço e até!

quarta-feira, 13 de abril de 2022

Thijs Van Leer

Olá!

Thijs Van Leer é um músico holandes mais conhecido por ser integrante do grupo Focus, mas ele tem trabalhos também em Jazz e Música Clássica. Segue abaixo um podcast que fiz sobre o artista. Saiba mais a obre Thijs Van Leer em https://open.spotify.com/show/0OoRhGkLjn749RSAtvYntU?si=akzh_HYHRsa7-WcLNSR2Yg


Um abraço e até!

segunda-feira, 8 de julho de 2019

R.I.P João

João Gilberto do Prado Pereira de Oliveira , nascido em Juazeiro10 de junho de 1931  foi um cantorviolonista e compositor brasileiro.[1] Considerado um artista genial, revolucionou a música brasileira ao criar uma nova batida de violão com influências do jazz para tocar samba: a "bossa nova". O jeito suave de cantar também foi visto como inovador. Para a revista Rolling Stone Brasil, foi o segundo maior artista brasileiro de todos os tempos.
Desde o lançamento do compacto que continha Chega de Saudade e Bim Bom, munido apenas da voz e do violão, começou uma revolução na música mundial.[7] Dono de uma sonoridade original e moderna, João Gilberto levou a música popular brasileira ao mundo, principalmente para os Estados Unidos, Europa e Japão. Tido como um dos músicos mais influentes no jazz americano do século XX, ganhou prêmios importantes nos Estados Unidos e na Europa, como o Grammy, em meio à beatlemania.


Com a introdução do microfone  e do amplificador no Brasil, João Gilberto percebeu que a fonte sonora não precisaria emitir o som intensamente, no âmbito da voz e do instrumento, o que favorece as interpretações sutis e interiorizadas. Por outro lado, na época das primeiras gravações da bossa nova, o Brasil ainda não possuía um equipamento de fidelidade suficiente para a reprodução de sonoridades mais complexas. Por esse motivo, João e Tom Jobim, seu primeiro arranjador, elaboraram harmonias complexas, sob influência da música norte-americana, e, ao mesmo tempo, simplificaram a sonoridade geral, por causa da limitação dos equipamentos. Os gestos, tão antagônicos, entretanto, se aliam, para buscar o núcleo vital da canção.
João inovou na gravação do Chega de Saudade ao pedir dois microfones, um para a voz e outro para o violão. O motivo é óbvio, apesar do choque que causou nos produtores do disco. Até então, gravava-se com apenas um microfone, com destaque para a voz em detrimento do violão. Além disso, é da própria natureza acústica do violão ficar restrito, em termos de volume de som, com qualquer instrumento de orquestra ou com o piano. Com a voz, o violão pode concorrer de igual, se a voz se mantiver numa intensidade natural, pois com qualquer elevação de volume da voz já há um encobrimento do violão. Desse modo, é necessária a emissão da voz num volume próximo à da fala comum. Com João Gilberto, voz e violão se mantém em igual intensidade de volume, com os microfones captando por igual ambas fontes sonoras e, em caso de necessidade, a alteração de volume de ambas seria em igual proporção
O tratamento harmônico da música de João Gilberto foi concebido exclusivamente para o violão. No LP Chega de Saudade, por exemplo, a participação da orquestra aconteceu apenas em termos de pontuações e fraseados breves, em algumas ocasiões.Nos encadeamentos, ou ligações, harmônicos, João criou as dissonancias tonaiss na sua mão esquerda, sobre o braço do violão, na construção dos acordes. Quanto ao ritmo, que está ligado à mão direita de João, a batida tem influência tradicional do samba. Ao tocar em acordes, e não em arpejos, João dava ritmo ao violão, de forma que colocava uma bateria de escola de samba em miniatura nas seis cordas de seu violão. Entretanto, João Gilberto retirou a obviedade da marcação do tempo forte, caracterizado no samba pela marcação periódica do surdo.Essa Síncope, ou acentuação do tempo fraco do samba, criou tensão à música, um impulso rítmico maior. João Gilberto possuía domínio absoluto sobre o ritmo[ e sempre fugia da obviedade, da regularidade. Essa batida rompeu com a cadência do samba "quadrado", criando possibilidades harmônicas, antes impossíveis. Desse modo, João podia atrasar ou adiantar o ritmo com sua batida compacta, forma que modernizou o samba. A voz também tinha um função rítmica. Ela colaborava com a percussão, atraindo ou retardando, sublinhando o ritmo pela ausência, ou com técnicas vocais. No pulso do João, a oposição entre tempo forte e fraco era relativizada pelo bordão. João também mudou a forma de o baterista tocar, trocando as duas vassourinhas ou duas baquetas por uma vassourinha e uma baqueta, cada mão com divisão diferente. por essa e tantas outras inovações é que João Gilberto deixou sua marca na história, não somente da música, mas da cultura mundial. 
Termino este post com as palavras de Miles Davis sobre João Gilberto: "Ele pode até ler jornal que soa bem"

Um Abraço e até!



quarta-feira, 10 de maio de 2017

Estônia

Olá!

Uma outra vertente das minhas pesquisas me leva aos países nórdicos. Aqui já falamos sobre os sons que vem da Finlândia. Hoje é a vez da Estônia. A Estônia como país tem uma história recente - data da metade do século XIX. Mas a região é povoada de longa data.  Até o século XIII não passava de inúmeras tribos, que nessa época começavam a se cristianizar. Mais tarde sofreu com o Domínio dos Dinamarqueses, das Ordens Católicas, dos Suecos, Dos Alemães e dos Russos.

A ocupação humana na Estônia remete há 11.000 anos, data da primeira colônia, chamada de Pulli. Não se sabe ao certo qual etnia desses primeiros habitantes. mas no entanto foi nesta área (na Estônia) que se verifica a existência dos primeiros povos sedentários da Europa. Eles vieram pelo golfo da Finlândia quando ainda existia uma ligação por terra entre os dois territórios. Os estonianos, desta forma, fazem parte do grupo dos povos fínicos (ou seja de etnia finlandesa). Foram achados equipamentos de pesca e caça, pertencentes a uma comunidade sedentária, datada de 6.500a.C. Na Idade do Bronze e do Ferro,  com o sedentarismo, houve um grande crescimento cultural e econômico, com  o cultivo de alimentos. Com o aumento da população surgiram os problemas de território com outros povos, como as tribos bálticas do sul e as guerras contra a Escandinávia. Com isso, as tribos estonianas desenvolveram técnicas de navegação que em  nada deviam às da  Suécia ou da Noruega, e até chegaram a conquistar, com seus piratas, a vila sueca de Sigtuna, em 1187. o Papa celestino II, em 1208 incumbe Livonianos e letões, recém cristianizados a realizarem uma cruzada ao norte da Alemanha ( ou seja, na futura Estônia, então dominada pelos alemães). Os estonianos resistem até 1217, mas com a morte do líder local, Lembitu.
Imagem de Lembitu No início do século XIII

 Em 1219, liderados pelo Rei Valdemar II, os dinamarqueses conquistaram o norte da Estônia, ganhando a batalha de Lyndanisse (atual Tallinn), a mando do Papa. Em 1227, quando a ordem cristã dos Livonianos finalmente derrotou a última tribo estoniana, o território foi divido entre o Bispado de Ösel-Wiek, o Bispado de Dorpat e a Ordem Livoniana, salvaguardando o Arcebispado de Riga. no final do século XIII, o poder dos dinamarqueses começa a diminuir. Em 1343, chamada de Revolta
da Noite de São Jorge. Eles renunciaram ao cristianismo imposto a eles, mataram todos os habitantes com descendência germânica (em torno de 1.800) e dominaram os territórios. Depois de dois anos de rebeliões e guerra entre a Ordem Teutônica, dinamarqueses e os estonianos, a termina com a morte do último “rei” em Ösel, em 1346. Logo após, os territórios do norte foram vendidos à Ordem Teutônica por 10.000 marcos. A decadência da Ordem teutônica (1410) prejudicou a influência católica na região. Os estonianos aderem a reforma e se aliam aos suecos e ao Luteranismo.

Com o enfraquecimento do poder dos Teutônicos, o recém constituído Império Russo invade a Livônia. Dinamarca, Suécia e polônia não aprovaram a invasão Russa e inicia-se nova guerra. Em 1559:os suecos dominaram a região norte, os poloneses a região sul e os dinamarqueses
as ilhas do Bispado de Ösel-Wiek.   Com a  Guerra Nórdica dos Sete Anos (1563-1570) consolidou-se o  domínio sueco na região, derrotando os russos em Narva, e conquistadas em 1629 as terras da Livônia, até então controladas pelos poloneses. Foi nessa época que surgiram as primeiras escolas nas vilas estonianas, que eram capazes de ensinarem o povo a ler alguns ensinamentos religiosos. Foi
aberta também, pelo Rei Gustavo II, em Tartu, a primeira universidade na Estônia. Anos depois, após a Guerra dos 30 anos, mestres alemães vieram à academia de Tallinn ministrar aulas como nas
Tallinn, em 1905.
academias alemãs, aumentando a influência que os alemães sempre tiveram
na Estônia. Depois de um tempo os suecos fazem uma reforma nas terras dos nobres estonianos gerando descontentamento e com isso permitindo novas invasões na Estônia. dessa vez, dinamarqueses, poloneses, russos e saxões guerream contra os suecos. Os russos derrotam as tropas suecas, dominam a cidade de Tallinn, conquistando a Estônia e a Livônia - algo que era ideal russo desde Ivan IV.

Durante o século XVIII, a criação das universidades na Estônia propiciou um forte crescimento cultural da população, com a maior utilização do idioma próprio (o estoniano) e de valorização da cultura estoniana. Foi a primeira vez que os estonianos se viram como um povo e os intelectuais buscavam a criação de uma nação. Aproveitando a inevitável queda do Império Russo, e já descontente com algumas medidas do império, se revoltaram em conjunto com a Revolução de 1905 e foram fortemente reprimidos pelo exército russo. Mas esse foi o primeiro passo real para a independência que seria alcançada após a Revolução de 1917, que daria pela primeira vez uma terra independente aos estonianos, a República da Estônia.

Durante os primeiros 22 anos de independência (1918-1940), a Estônia passou por uma conturbada vida política com dissolução de partidos e o primeiro presidente sendo eleito apenas em 1938. Mas no aspecto cultural, foi um período muito forte, com a criação de muitas escolas que lecionavam em estoniano e a garantia da autonomia cultural das minorias, única em todo o leste europeu. Mas devido a essa política de neutralidade, a Estônia foi alvo da ocupação durante a Segunda Guerra
Bandeira da Estônia
Mundial
 em 1940 pela URSS. Em 1942, os alemães invadiram a União Soviética e começaram por tomar também a Estônia. Naquele primeiro momento, o povo estoniano ficou contente, devido à antiga aproximação com os alemães e também por sonhar com a volta da Estônia independente, fato que logo foi descartado pelo governo de Hitler. Quando a invasão alemã na URSS fracassou e os alemães saíram da Estônia, a nova invasão soviética se mostrou inevitável, devido ao desgaste do país na guerra. Assim se estabeleceu a República Socialista Soviética da Estônia. Durante os 52 anos de ocupação soviética, muitos movimentos de revolta e até de guerrilha se formaram na Estônia, sendo o mais conhecido o Metsavennad, mas todos foram suprimidos pelo governo de Moscou. Apenas em 1989, com a queda da União Soviética, é que começou uma reestruturação dos países soviéticos. A independência se seguiu em 1992, sendo Lennart Meri o primeiro presidente dessa nova era. Após a saída do exército russo em 1994, a Estônia aumentou seus laços comerciais com o resto do leste europeu e obteve um alto crescimento econômico nos anos 2000. Teve seu ingresso aceito na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em 29 de março e na União Europeia em primeiro de maio de 2004.

Um abraço e até!

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Vozes Femininas

Olá!

Há algum tempo escrevi sobre o "Som que vem da Finlândia" e claro que entrou no texto a cantora Tarja Turunen (ex-Nightwish), dona de uma voz ao mesmo tempo melódica e potente - para quem não a conhece, Tarja canta desde ópera (é Soprano) até Metal Melódico. como vemos abaixo.

Além dela poderíamos destacar vozes femininas poderosas, afinadas e de uma técnica perfeita como as vozes femininas do Samba Canção como Maysa, Elizeth Cardoso, Dóris Monteiro e tantas outras que fizeram história, tal o sucesso delas que mereceram um lugar especial no último livro de Ruy Castro, "A Noite do meu Bem: a história e a histórias do Samba Canção".  poderíamos falar também de   Elis Regina, Ella Fitzgerald entre tantas outras cantoras do Jazz a MPB e, ainda,  mais atualmente como Amy Winehouse.

E ainda lembraríamos de Maria Callas...

Ficaria aqui citando e citando muitas e muitas divas da música mundial (incluindo as brasileiras claro), mas quero escrever mesmo sobre as vozes poderosas do Rock. Lembrei da Tarja Turunen, da mesma forma que lembro de Janes Joplin, Cassia Eller, Rita Lee com seus agudos e Nina Hagen, que se tornou conhecida no Brasil por ocasião do primeiro Rock in Rio. Catharina Hagen, ou melhor Nine hagen nasceu em  em Berlim, na Alemanha, tem grande sucesso internacional, especialmente por suas atuações e por suas extravagâncias vocais. Também fez participações como atriz em alguns filmes. Ela estudeou canto e assim como Tarja Turunen tem habilidade para cantar Ópera, Como podemos comprovar neste "New York New York".
 
Porém tantas vozes femininas tem surgido com freqüência no Rock como a bela voz da italiana  Sara Squadrani da  banda de Power Metal Melódico Ancient Bards. A banda foi fundadda pela tecladista Danielle Mazza em 2006, já Sara é formada em engenharia na Universidade de Bologna e entrou para a Ancient bards em 2007.

A bela holandesa  Dianne van Ginersberg é vocalista de duas bandas de Power metal e metal Sinfônico. Ela teve sua primeira aula de canto aos quatro anos, é formada em canto lírico e combina esta técnica com o Heavy Metal como podemos perceber neste vídeo da Banda Xandria.

Para terminar nosso post sobre vozes femininas, e devo dizer que claro que faltará muitas outras, mas estas são as que quenho mais escutado. E finalizando de vez eis a banda Jinjer (Metal Core, Progressivo) que tem como vocalista a ucraniana Tatiana Shmaylyuk , que mistura a voz gutural com uma voz melódica, o que faz dela, ao meu ver única. A Jinjer está na estrada desde 2009 e a Tatiana está com a banda desde 2010. 



Um abraço \m/ e até!

sábado, 16 de julho de 2016

Olá!
No ramo das bobeiras do BAB aqui vai uma das boas...


Um abraço e até!

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Wardruna

Olá!

Viajamos hoje até a Noruega para conhecer o Projeto Warduna, do músico Kvitrafn (ex-baterista da banda de Black Metal  Gorgoroth ).



Kvitrafn é o nome artístico de Einar Selvik que além de participar da Gorgoroth e outras bandas fundou o Projeto Wardruna - um projeto de música Folk baseado nos mitos nórdicos e no misticismo das Runas. O Objetivo é recriar o poder do ritual Rúnico de Vitkar e Sedikronas. Ritos que existiam há quase MIL anos.  Vitkar é o plural de Vitki, que significa sábio ou quem sabe,  era um feiticeiro e mágico nas sociedades pagãs nórdicas. Poderia ser homens e mulheres, especialistas na tradição da magia rúnica. E Não somente isso mas também teriam a  capacidade de cicatrização como curandeiros. Também estaria ligado ao  xamanismo na época pré-cristã da  Escandinávia medieval, às vezes eram comparados aos profetas e oráculos.



Hagal tem a tradução livre  como:


Hagal (Precipitação)
Haglhrið slær          Queda de granizo
O Projeto Wardruna foi lançado em 2003 e culminou em 2009 no lançamento do Disco Runalijod - gap var Ginnunga, baseado em oito runas: Hagal, Bjarka, Thurs, Jara, Laukr, Kauna, Algir e Dagr. 


Høgg I aks!             As orelhas de cevada
Deyr einn               A morte de um deles
Spirar einn             Vida de outro


As Runas são letras características, usadas para escrever nas línguas germânicas da Europa do Norte, principalmente na Escandinávia, ilhas britânicas e Alemanha (povos germânicos) desde o séc. II e até ao séc. XI. Estes caracteres têm sido encontrados em pedras rúnicas, e em menor número em ossos e peças de madeira, assim como em pergaminhos e placas metálicas. A versão escandinava é conhecida como FUTHARK (derivado das suas primeiras seis letras: 'F', 'U' 'Th', 'A', 'R', e 'K'), e a versão anglo-saxônica como FUTHORC (um nome também com origem nas primeiras letras deste alfabeto). 

As inscrições rúnicas mais antigas datam de cerca do ano 150, e o alfabeto foi substituído pelo alfabeto latino com a cristianização, por volta do século sexto na Europa central e no século onze na Escandinávia. O uso de runas persistiu para propósitos especializados, principalmente na Escandinávia, na área rural da Suécia até ao início do século vinte, utilizado principalmente para decoração e em calendários Rúnicos). Além do alfabeto, a cultura germânica antiga possuía um calendário, em que ano se iniciava no dia29 de junho, que é representado pela runa FEOB.

O Projeto Wardruna tem como componentes os músicos Kvtrafn, compondo as letras e tocando todos os instrumentos, menos o Fidle (uma viola de arco norueguesa), Lindy Fay Hella e Gaahl, nas vozes e Hallvard Kleiveland No Fidle Norueguês. Para mais informações entre no site do Wardruna http://www.wardruna.com/. Para finalizar um pouco mais da música do Wardruna.


Um abraço e até!

segunda-feira, 20 de julho de 2015

The Brothers Of Brazil

Olá!

Quem me conhece sabe da minha admiração pelo cantor e compositor Supla, alíás, admiração por boa parte da família, o pai Eduardo Suplicy e o irmão, João Suplicy, com quem forma a dupla Brothers of  Brazil. 

Supla, nascido Eduardo Smith de Vasconcelos Suplicy, começou a carreira  tocando versões de Rock Americano e britanico dos anos 30 à 70, mas suas composições tem maior influência do Punk e do Hardcore. Foi vocalistas de diversas bandas como Metrópolis e Zig Zag, esta última se tronaria depois a banda TOKYO.


Fez parceria com vários músicos do cenário mundial como a cantora alemã Nina Hagen ,


Na música brasileira cantou com Bebel Gilberto, Cauby Peixoto e Rita Lee em grande show no Ibirapuera, escreveu música com Cazuza, cantou com Ian McCulloch do Echo & The Bunnymen. Gravou com Cansei de Ser Sexy, banda que regravou o hit Humanos da Tokyo. E quando foi vocalista do Psycho 69 dividiu vocais no disco com o vocalista Jimmy Todd do Murphys Law e Vinny Stigma do Mad Ball.



O Psycho 69 abriu a última turnê do Ramones na América latina, Supla participou de dois Rock in Rio, um show solo no Rio de Janeiro e em Portugal com o Brother of Brazil atual trabalho junto com seu Irmão João Suplicy.



Eis o último trabalho da dupla "Melodies from Hell". A direção do vídeo é de Roberto Mattoso, bem como este abaixo realizado no deserto de Nevada, nos estados Unidos, detalhe foi gravado com um I-phone. A música leva o título de "On my Way"


 Veja a dupla em  uma entrevista no Show Livre com o Clemente Nascimento, um cara também do cenário Punk.



Eles apresentam um programa de TV o "Brothers na Gringa" bastante interessante. eis o penúltimo programa de 2014.


Eis um pouco deste músico Brasileiro chamado SUPLA.

Um Abraço e até!

terça-feira, 17 de março de 2015

Os Filhos de Deus e as Filhas dos homens

Olá!


Muitos textos desde a antiguidade falam de seres que descem dos céus para visitar a humanidade terrena. Na Bíblia existem várias passagens. São anjos, arcanjos, demônios que vêem à Terra para dar mensagens aos Homens. São carruagens que descem, com seres fantásticos guiando-as.   A mitologia Nórdica fala em sete mundos. Platão, na sua filosofia  revela dois mundos: o das Idéias, o verdadeiro, e a cópia, este mundo que habitamos.




"Quando os homens começaram a se multiplicar, viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram belas; e escolheram esposas entre elas (...) quando os filhos de deus se uniram às filhas dos homens elas geraram filhos, estes eram os heróis, tão afamados nos tempos antigos." (Gênesis 6:1-4) "filhos de deus" é uma expressão usada na Bíblia para mencionar os anjos. Os "anjos" então, desciam dos céus para fazerem sexo com as mulheres ("as filhas dos homens"). descer aqui também pode ter uma explicação moral, seriam os "anjos decaídos"? Esse momento da vida humana é tratado mais especificamente nas tradições Hebraicas, em particular no Livro de Enoque. Esse livro não se encontra na Bíblia Ocidental, mas na Igreja Católica ortodoxa Etíope. Mas no ocidente é considerado um dos Evangelhos Apócrifos. Eis o que diz sobre este episódio entre Filhos de deus e as filhas dos homens:

"E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhes filhas, elegantes e belas. E quando os anjos, ou sentinelas, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: vide, selecionamos para nós mesmos esposas, cada um escolhendo por si mesmo, as quais eles começaram a abordar, com as quais coabitaram, ensinando-lhes sortilégios, encantamentos (...) E as mulheres conceberam." (Enoque 7:1-10)

Os filhos de Deus a que se refere no Livro de Enoque são os chamados anjos rebeldes, que perdem a sua condição no céu  para conviverem com as mulheres terrenas. Enoque mais tarde é levado "aos céus" para interceder pelos "anjos", mas deus os repudia.  Um autor do século terceiro, Commodorius, escreveu: " As mulheres que seduziram os anjos eram de tal lubricidade que agora seus sedutores não desejavam voltar aos céus." de acordo com a Epístola de Judas - o discípulo Judas e não Judas Iscariotes -  (6:6) as sentinelas (ou anjos) "não tinham mantido a dignidade de sua classe".  Ainda no Livro de Enoque, revela-se o número de sentinelas (ou anjos) que decaíram: sete. Em todas as tradições sete é o número dos grandes deuses do sistema solar. Claramente vemos uma codificação na Bíblia envolvendo deuses astronômicos da Grécia e de Roma.

Um abraço e até!


sexta-feira, 13 de março de 2015

Sexta-feira 13: Dia de Azar?


Olá!

A Sexta-feira 13 é considerada um dia de azar. Mas você sabe porque? Para a numerologia  o 12 de boa sorte: são 12 os meses do ano, são doze apóstolos de Jesus, são doze as tribos de Israel, são doze
constelações do zodíaco. Já o número 13 é irregular, primo, um sinal de infortúnio, de má sorte. Mas porque a sexta-feira é azarada?

Há também a idéia de que sexta-feira 13 é um dia de azar por conta da prisão de Jacques de Molay (foto abaixo, Grão mestre dos Templários e de outros cavaleiros,  numa sexta feira 13 de outubro, de 1307.  Os Templários são torturados para confessar heresia, nada foi comprovado. O Papa Cemente V pretendia absolver as ordens  das acusações de heresia, e que poderia ter dado eventualmente a absolvição ao último Grão-Mestre,  Jacques de Molay, e aos demais cavaleiros, suscitou a reação da Monarquia francesa, de tal forma que obrigou o papa Clemente V a uma discussão ambígua, sancionada em 1312, durante o Concílio de Vienne, pela bula Vox in excelso, a qual declarava que o processo não havia comprovado a acusação de heresia.
 Esse documento papal foi chamado de "Pergaminho de Chinon". Mas a pressão dos franceses foi grande e em 1314 foram executados os cavaleiros e o Grão mestre Jacques de Molay, que em suas últimas palavras disse que ainda naquele mesmo ano tanto o Papa quanto o rei da França, Felipe IV, "O Belo", se encontrariam com ele (de Molay) num julgamento perante Deus. Lenda ou fato, o caso é que tanto o papa quanto o Felipe IV morreram naquele mesmo ano de 1314. Em algumas culturas o número 13 pode ter sido considerado número de sorte. Não há nenhuma evidência de que o 13 tenha sido considerado um número de azar pelas culturas antigas. Pelo contrário, muitos povos o consideravam um número sagrado. Para os egípcios, a vida era composta por 12 diferentes estágios para que o ser humano alcance o décimo terceiro, que era a vida eterna. Dessa forma, o número 13 foi assimilado com a morte, mas não com uma conotação negativa, mas como uma gloriosa transformação. Essa ligação com a morte permaneceu e foi distorcida por outras culturas que nutriam o medo da morte e não a viam como algo presente no destino de qualquer vida.


Alguns historiadores culpam a desconfiança dos cristãos as sextas-feiras, por fazerem oposição as religiões consideradas pagãs. A sexta-feira recebeu seu nome em inglês (inglês arcaico), Frika, em homenagem a deusa Nórdica Frigga. Conhecida como a mais formosa entre as deusas, a primeira esposa de Odin, rainha do Æsir e deusas do céu. É uma deusa da união, do matrimônio, da fertilidade,
do amor, da gerência da casa e das artes domésticas. Suas funções preliminares nas histórias mitológicas dos nórdicos são como a esposa e a mãe, mas estas não são somente suas funções. Tem o poder da profecia embora não diga o que conhece, e seja única, à excepção de Odin, a quem é permitido se sentar em seu elevado trono Hlidskiaf e olhar para fora sobre o universo.2 Participa também na Caça Selvagem junto com seu marido.

Para combater sua influência, a igreja cristã a caracterizou como uma bruxa, difamando o dia que a homenageava. Essa caracterização também pode ter tido um papel no medo do número 13. Foi dito que Frigg se uniria a uma convenção de bruxas, normalmente um grupo de 12, totalizando 13. Uma tradição cristã semelhante considera o 13 amaldiçoado por significar a reunião de 12 bruxas e o diabo. O calendário antigo representava o calendário lunar, possuindo 13 meses de 28 dias. Mas este número foi completamente renegado pelos sacerdotes das primeiras religiões patriarcais por representar o feminino nas culturas antigas, já que refletia o ciclo menstrual das mulheres. Foi, então, alterado pelo Papa Gregório XIII para 12 meses, evitando que se continuasse cultuando a mulher como sagrada.

Alguns pesquisadores acreditam que o grande dilúvio tenha ocorrido numa sexta-feira, para Cristianismo a sexta-feira 13 é considerada de azar por alguns fatos, o já citado aprisionamento dos Templários do dia 13 de outubro de 1307, a moste de Cristo na Sexta-feira da Paixão - embora o
dia provavelmente tenha sido primeiro de abril. Uma vez que a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan, este tendo sido o dia da morte de Jesus Cristo de acordo com o calendário hebraico, a morte de Jesus varia de acordo com esse calendário podendo variar de ano e ano sempre estando entre os meses de março ou abril.

E ainda, na Santa ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas, estes dois morreram em seguida, por mortes trágicas. Jesus executado na cruz e Judas por suicídio. O número 13 costumava ser considerado uma ligação com Deus , daí a quantidade de membros presentes na Santa Ceia. E por último devemos lembrar que, no Tarô, a carta de número 13 representa a Morte. 

Um abraço e até!

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal!

Olá!

Nesta época as músicas de natal invadem as lojas, programas de Tv, cinema e rádio. Muitos artistas gravaram músicas natalinas. pelas paragens brasileiras temos a Simone com "então é natal", uma versão de "War is Over" de John Lennon, piegas um tanto brega, mas não deixa de nos lembrar da data.


Mas tem também as músicas tradicionais como "Bate o Sino", "Noite Feliz"  e "deixei meu sapatinho"


O Cinema não pode ficar para traz então aí estão "Alvin e os Esquilos" Cantando música para a ocasião.

Então chega a nosso festa John Lennon e Yoko...

O Jazz não podia ficar de fora desta seleção então aí estão Benny Goodman, oscar Petterson e Smooth jazz all Stars, todos entoando "Jingle Bells" e depois Diana Krall com "White Christmas"


















































E para terminar a nossa seleção musical de Natal deixamos os leitores de Blah! Arg! Blarg! com os nossos votos de Paz! Amor! harmonia! E  um feliz Natal! E mais uma vez John Lennon.





Um abraço, Feliz Natal e até!


domingo, 21 de dezembro de 2014

Música e Mitologia

Olá!


A música nasce como instrumento de adoração e reverência aos deuses. eram rituais com batidas de pés e mãos. A palavra "música" vem do grego "mousikê" - que significa "a arte da musas". A música entre os antigos gregos era um fenômeno de origem divina, e estava ligada à magia e à mitologia, havendo várias histórias místicas relacionadas à origem da música e suas capacidades e funções. Alguns instrumentos e modos eram associados especificamente a certas divindades, por exemplo o Aulos (uma espécie de flauta) era ligada a Dionísio; e a Cítara a Apolo.

Segundo a Mitologia Grega, após a morte dos filhos de Urano - Ocenao, Ceos, Crio, Hiperião, Jápeto e Crono, Zeus se deita com Mnemosina (Deusa da Memória) durante nove dias nascendo assim  as nove musas: Clio, Euterpe (foto ao lado), Talia, Melpômene, Terpsícore, Érato, Polímnia, Urania e Calíope. No início as musas eram ligadas a poesia, mas com o tempo passaram a inspirar as artes em geral mas também as ciências.


Ainda na mitologia greco-romana temos as musas regionais como Aede, protetora do canto e da música, bem como Museo, que era um musicista tão bom que quando executava uma música curava até os doenças. Orfeu, filho da Musa Calíope, era cantor, músico e poeta. Anfião - o mais ocupado dos deuses - , filho de Zeus, recebeu uma lira de Hermes passou a dedicar-se inteiramente a música.


Abaixo uma amostra da música grega antiga, o "Hino de casamento de  Sappho (Safo), poetisa do século sétimo antes de Cristo. 

Pitágoras, filósofo e matemático grego, teórico da música é considerado o fundador da harmonia músical, ou seja, a relação que existe entre as notas, seus efeitos e combinações. Também a ele se deve a análise da música sob a ótica de uma "matemática  transcendental", relacionando-a à constituição íntima do universo, concebido como uma estrutura criada e sustentada através de relações numéricas perfeitas que produziam a chamada música das esferas (tema que poderemos abordar em outro post), a qual, entretanto, só poderia ser inteligível através do pensamento superior. Daí a ligação da música com a filosofia e a conseqüente codificação de uma série de regras éticas para composição e execução musical, a fim de que a música humana ecoasse a ordem perfeita do cosmo. Saindo da Grécia e nos dirigindo para o norte do continente europeu encontramos os povos Germânicos e escandinavos e os que se estabeleceram na Islândia. A Mitologia germânica, ou Nórdica, ou escandinava, ou ainda Viking, nome dado as tradições religiosas e crenças (coleção de histórias e crenças) destes povos na era pré-cristã transmitida oralmente de geração em geração, principalmente na "era Viking". 
 
O Conhecimento atual sobre a mitologia Nórdica esta compilada no Edda, uma coleção de texto encontrados na Islândia e ainda outros texto medievais pós cristianização desses povos. Para eles o centro da comunidade está na família e pode ser estreitamente relacionada com a fertilidade e fecundidade quanto a agressividade de um povo acostumado a guerra, numa sociedade rural que visa a prosperidade e a paz para sim.  A religião é muito mais no culto do que no dogmatismo e na metafísica. religiosidade baseada em atos e festividades ligadas a certos deuses como Odin. Segundo alguns autores é uma "religião de vida".  Ainda hoje algumas destas tradições são mantidas, revividas ou reinventadas e conhecidas como Odinismo.  Essa mitologia inspira a literatura, a música , o teatro e até séries de TV. Um exemplo é "O Idilio de Sigfried" de Wagner, aqui interpretado pela  Filarmonica de Viena, conduzida por Herbert Von karajan.
 
Na literatura e cinema podemos citar a obra de J. R.R. Tolkien, "O senhor dos Anéis", que rendeu a trilogia no Cinema. E os Beatles tinham um projeto de realizar um filme baseado neste livro de Tolkien, mas a idéia não saiu do papel.bandas famosas como Led Zeppelin e as alemãs "Improved Sound Limited" e "Blind Guardian" tem músicas inspiradas na obra de Tolkien. Improved Sound Limited gravou "The Dark Lord".
 
 
Led Zeppelin talvez seja o grupo mais famoso a se inspirar diretamente em Tolkien. São as músicas "Misty Mountain Hop", "Ramble on" e "The batle of Evermore"
 
 
Um abraço e até!

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Metaleira anciã!


Olá!

Ela é da família dos metais. Tem grande importância na orquestra sinfônica moderna. Tem 3,7 metros, é enrolada sobre si mesma, ligeiramente cônica e tem uma campânula na extremidade. descobriu de quem escrevo? Não?!?!?

Mais dicas. É utilizada desde a época das cavernas, feita de chifre de animais, quando o Homem dominou a arte dos metais, passou a ser feita de metal. Na Idade Média era utilizada como instrumento nas caçadas. lembrou? Sim, é a trompa. Vários compositores lhe dedicaram músicas como esta Sonata de Beethoven para trompa e Piano.



A trompa era utilizada nas caçadas para comunicação na floresta, mais tarde, como vimos antes, compuseram obras para ela.  Não somente Beethoven, mas Bach e Haendel, como podemos apreciá-la nesta "Música Aquática", de Haendel a seguir.

O trompista não somente tem de ter um bom ouvido, mas saber solfejar com precisão. O Timbre da trompa se assemelha a voz humana. AS trompas aparecem nas dez últimas sinfonias de Haydn e Mozart, em todas as nove de Beethoven, nas quatro de Schumann e de Brahms, bem como nas seis sinfonias de Tchaikovsky e nas nove de Mahler. A partitura da Segunda Sinfonia de Mahler exige nada menos que dez trompas.






A trompa é tão antiga que tem sido encontrada em escavações arqueológicas. mesmo sendo produzida em metal,  inicialmente não tinha válvulas ( aqueles botonzinhos como o trompete, por exemplo), mas o Engenheiro e Compositor Alemão, Gottfreied henry Stoelzel teve a idéia de adicionar válvulas ao instrumento. Isso data de seis de dezembro de 1814. Stoelzel pede permissão ao rei da Prússia, Frederico Guilherme III, a permissão para usar as tropas com válvulas nas bandas militares reais. Apesar disso os compositores demoraram a utilizá-la, preferiam a "trompa de caça"  - que tem um som mais puro. 

A Trompa moderna, hoje, pode tocar todas as notas da escala cromática. ela tem o segundo timbre mais agudo da família dos metais. É afinada em fá, si bemol ou nos dois. A palavra trompa pode ser traduzida em várias línguas: como "corno", em italiano e espanhol, "cor", em francês, "horn", em o inglês e alemão e "hoorn", em holandês. Todas essas traduções significam "chifre" nestas línguas. Bem, ´para terminar este post nada mais justo que um sotaque brasileiro neste instrumento. neste álbum nada menos que 32 trompista londrinos da melhor qualidade interpretam várias músicas - inclusive o nosso "Tico tico no fubá", de Zequinha de Abreu.



Um abraço e até!


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Música Chilena

Olá!

Entrei pela porta da América latina e comeceia pesquisar sobre as músicas de nossos Hermanos. Sabe-se lá porque fui parar no Chile. Comecei a escutar canções que meu pai escutava como "Gracias a La Vida", uma canção folclórica Chilena gravada por Violeta Parra, em 1966.


Violeta Parra serviu de modelo para o movimento conhecido como Nueva Canción. Neste LP seus filhos, Angel e Isabel,  a acompanharam ao violão. O Álbum levou o título de "Las Últimas Composiciones". Violeta Parra Cometeria suicídio pouco tempo depois. Em 1971 a Cantora Argentina Mercedes Sosa gravaria esta música, assim como a americana Joe Baez em 1974 e a Brasileira Elis Regina incorporaria "Gracias a La Vida" em seu show "Falso Brilhante" de 1975.

Victor Jarra faria, no próximo dia vite oito deste mes 84 anos, se não tivesse sido torturado e morto, em 1973, durante a Ditadura Chilena de Pinochet. Músico considerado neofolclorista, integrante da Nueva Canción Chilena, ativista político, Comunista. Suas influencias foram Violeta Parra, Atahualpa Yupanqui (este compositor Argentino dos mais importantes deste país) e Pablo Neruda. Aqui ele faz um protesto para que as pessoas possam viver em paz.



Bem antes deste dois ícones Chilenos, José Zapiola Cortés, foi um Compositor Romantico Chileno, nascido em Santiago, em 1802.  Foi Clarinetista da Catedral metropolitana de Santiago, servil como músico no segundo batalhão da Guarda nacional e depois como Diretor da banda do Sétimo Batalhão. Dirigiu um grupo musical no Tatro Nacional, além de ser encarregado de fundar cinco novas bandas militares. Foi Mestre da capela na Catedral Santiguina entre 1864 e 1874. Compôs Réquiem para a morte de Diego Portales (1837), e os Hinos: "Himno a San Martín" (1842) e o Himno a La Victoria de Yungay" - este último foi considerado o segundo hino nacional do Chile por muitos anos devido a polpularidade da música composta por Zapiola e a letra de Manuel Rengifo.



Foi também um incentivador para a recuperação do hino Chileno composto por Manuel Robles. Morreu em Santiago no ano de 1885.Hoje além dessa música folclórica há também músicos ligados ao Jazz, ao Rock, Heavy Metal, Baladas e a Cumbia Colombiana. 


Mas vamos terminar este post com Bryan Holmes, Chileno radicado no Brasil desde 2006, Formado na Universidade de valparaizo no Chile, é mestre em música pela Universidade federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), onde atualmente é professor efetivo do Instituto de Composição Villa-Lobos. Já se apresentou na Alemanha, Espanha, Chile, Brasil, Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Irlanda, México, entre outros países. É membro da Rede Arte Sonora latino Americana e da Comunidade eletroacústica do Chile. Suas gravações vêem sendo publicadas por selos independentes e netlabels. Graças ao seu interesse em espacializar música eletroacústica ao vivo, foi chamadocomo curador e interprete em importantes festivais.  Atua como Multi-instrumentista e executante de Live eletonics em improvisações com outros músicos e com Francisco Frias - que forma com Bryan o Duo Pajelança Eletrònica. Fundou em 2006 o 2dB, junto com a Soprano/bailarina/ Atriz Doriana Mendes, apresentando-se em vários palcos da América Latina e Europa. Desse Duo veremos o vídeo de "Contra Nós"




se não conseguir assistir o vídeo acima clique no link Contra Nos by Bryan Holmes & Doriana Mendes

Um abraço e até!